
Penetro
Morosamente
Na terra mãe.
Como se me afunda-se
Em areias movediças.
Lentamente,
Fundo-me com ela.
Deixo de ser gente
Para ser terra.
Sublime prazer
De uma metamorfose
Que exalta os sentidos
De quem morre
Para dar vida.
E eis chegada
A primavera.
Bravo
Lindíssimo, Bravo!
ResponderEliminarCom a sua marca registrada, com o seu selo de qualidade...
Grande abraço, querido!