Escondo-me nas palavras Do que disse E não disse. Acobardo-me Do que nunca te direi. Faço dos meus dias A minha penitencia. E das noites A escuridão da minha alma. Hoje vivo…somente… Das migalhas da tua presença!...
O poeta não se esconde. Ele é claro como firmamento que amanhece todos os dias, apaixonado como o céu a namorar a lua, lúcido e quente como o raiar do astro rei que ilumina. Entrega-se, todavia, ao devaneio de ter e não querer... Não há migalhas! Há presença, sempre!
Belíssimo trabalho! Peço desculpas, contudo, por ser repetitiva. A culpa é desse artista fabuloso que mora dentro de ti.
Sorrisos é o que te desejo para esta semana, beijos amigo,
Quem sou eu?
Aquele?
O Outro?
Serei o triste?
O risonho?
O pobre?
O rico?
O amado?
O odiado?
O incompreendido?
O desgraçado?
O sem abrigo?
O pedinte?
O rejeitado?
Serei o enviado?
Serei um Deus?!
Afinal, quem sou eu?!
Serei todos?!
Ou nenhum?
" Todos os trabalhos aqui postados são de minha autoria "
Meu amigo
ResponderEliminarBelo poema, na escuridão das palavras, nasce a solidão.
Beijinhos
Sonhadora
Lindo poema! Qual poeta não esconde-se na sua escrita?!
ResponderEliminarBjs
Mila
O poeta não se esconde.
ResponderEliminarEle é claro como firmamento que amanhece todos os dias, apaixonado como o céu a namorar a lua, lúcido e quente como o raiar do astro rei que ilumina. Entrega-se, todavia, ao devaneio de ter e não querer...
Não há migalhas! Há presença, sempre!
Belíssimo trabalho! Peço desculpas, contudo, por ser repetitiva. A culpa é desse artista fabuloso que mora dentro de ti.
Sorrisos é o que te desejo para esta semana,
beijos amigo,